Atualizado a 2 de outubro de 2026
Isto é uma tradução. A Roaden é gerida a partir de Espanha e a versão espanhola deste documento é a juridicamente vinculativa. Está em /cookies. Este texto português está aqui para poder ser lido e, se os dois divergirem, prevalece o espanhol.
A distinção que importa. Esta página de apresentação é uma página comercial e pode usar ferramentas de análise, sempre com a sua permissão. A aplicação, em roaden.app, não tem qualquer rastreador — sem análise, sem publicidade, nada. Quem lá está está a usar um produto, não a visitar uma loja.
Hoje, nada. Não há qualquer ferramenta de análise a funcionar: não é pedido um único ficheiro a terceiros, e é por isso que não verá qualquer aviso de cookies.
Quando a ativarmos será o Microsoft Clarity, e funcionará assim: nada é carregado enquanto não carregar em «Aceitar tudo». Não é uma definição aplicada depois de o carregar — é que não o pedimos. Se disser que não, ou não disser nada, nem sequer o seu endereço IP chega à Microsoft.
Em roaden.app não há cookies de terceiros nem ferramentas de análise. O que há são três coisas guardadas no seu próprio navegador, sem as quais o serviço não funciona — aquelas que o artigo 22.2 da LSSI dispensa de consentimento:
| riderapp.token | A sua sessão. Sem ela teríamos de lhe pedir um código em cada ecrã.
90 dias · localStorage |
|---|---|
| riderapp.rider | O seu alias, o seu idioma e se a sua subscrição está ativa, para que o
ecrã possa ser desenhado sem voltar a perguntar ao servidor.
90 dias · localStorage |
| roaden.locale | O idioma que escolheu. Até o mudar ·
localStorage |
São localStorage e não cookies, mas não faz diferença: para
efeitos da regulamentação contam da mesma forma, e é por isso que estão aqui
listados.
O mapa do planeador é desenhado pelo Google Maps no seu navegador, pelo que aí a Google recebe o seu endereço IP e pode usar os seus próprios mecanismos no seu próprio domínio. Continua a ser a Google porque o planeador precisa de Places e Street View, que o OpenStreetMap não tem.
A informação sobre um local — o nome, o horário, a fotografia — é pedida pelo nosso servidor, não pelo seu navegador. O que chega à Google é que alguém perguntou por aquele local, não quem.
Os mapas dos seus percursos, do Explorar e dos encontros, e o
ecrã de navegação da aplicação, não usam a Google: desenham o
OpenStreetMap servido a partir do nosso próprio
tiles.roaden.app. Aí não chega nada sobre si a terceiros, porque
não há terceiros.
O sombreado do relevo no ecrã de navegação são dados de altimetria que servimos nós próprios, tal como o mapa. Não chega nada sobre si a ninguém, porque não há mais ninguém envolvido. Os dados provêm do Copernicus EU-DEM (União Europeia) e, onde o Copernicus não chega, do NOAA ETOPO1 e do USGS SRTM/GMTED2010, creditados no próprio mapa como a sua licença exige.
O tipo de letra servimo-lo nós, deste mesmo servidor. Não define cookies nem o seu IP chega a mais ninguém: até 6 de outubro de 2026 pedíamo-lo ao Google Fonts, que recebia o seu IP ao servir o ficheiro, e trouxemo-lo para aqui.
Retirar a permissão tem de ser tão fácil como dá-la. Quando houver ferramentas de análise, haverá aqui um botão que apaga a sua escolha e volta a perguntar-lhe. Enquanto não houver, não há nada a retirar.
E, em qualquer caso, pode apagar o armazenamento deste sítio nas definições do
seu navegador. Se eliminar o riderapp.token, a aplicação pedir-
lhe-á um novo código, e é só isso que acontece.